segunda-feira, 21 de novembro de 2011
IDADE DAS TREVAS ?
A Idade média ocorre em um período marcado pela forte influência da Igreja. A sociedade era divida em: Clero, os cultos e proprietários de imóveis e áreas de terra, oriundas de doações de reis aos conventos. E estes exerciam a religiosidade sobre a sociedade.
A classe guerreira era formada pela nobreza, que detinha também propriedades de terras, porém, recebidas por hereditariedade. E finalmente, os trabalhadores, servos, que formavam a maioria da população.
Quanto à ordem social e política, predominava o sistema do feudalismo baseado no sistema servil. A economia era de subsistência e se baseava no escambo. No que diz respeito à religião, a católica continha todo panorama religioso.
A igreja influenciava toda a sociedade, quer na forma de pensar, quer no comportamento: Ao ponto de castigar àqueles que contrariassem seus dogmas, com o fogo da inquisição. Além disto, detinham um amplo poder econômico, exercido através da posse de inúmeras terras.
O ensino, inicialmente, era ministrado por sacerdotes em suas próprias casas. Em seguida ofertado nas igrejas, restrito à educação cristã. Apesar de ter herdado o título de “idade das trevas” caracterizada pela obscuridade e total atraso cultural, comercial..., foi neste período que houve a criação das Universidades, do parlamento, Tribunal com júri, e desenvolvimento de ciências como a Matemática, geografia...
Assim, as universidades surgiram pela grande necessidade de formar e capacitar profissionais para fazer frente às transformações sociais que ocorriam à época. Eeste é apenas um dos pontos a ser reavaliado...
PREPARAR PARA O MERCADO!
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
RECEITA DE ALFABETIZAÇÃO
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
UM CAMINHO EM QUE HÁ MUITAS PEDRAS!
Aí vai, pela primeira vez, minha opinião informal, escrita sem muita preocupação, para a minha querida amiga:
"Pedregoso" é bom! Significa; “um caminho em que há muitas pedras”. E, você poderá utilizá-las da seguinte forma:
Uma você atira no professor. Naquele que não consegue navegar na onda pragmática que domina o mundo contemporâneo, e nem tão pouco na globalização do conhecimento. Pois é nesse panorama, que o jovem desde muito cedo, já consegue visualizar a aplicação prática de tudo o que vê. E é aí que o “cabeçudo” do professor, faz jus à pedrada. Já que não faz uso de recursos tecnológicos de áudio e vídeo, para demonstrar claramente a sólida utilidade prática, dos conceitos teóricos que aplica no quadro-verde(?).
A segunda pedra vai diretamente para a cabeça do governador do Estado. Sim, na dele, porque é ele que não equipa a escola pública com os recursos tratados acima.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
FILOSOFIA NAS EXPRESSÕES POPULARES!

A FILOSOFIA PODE AJUDAR A GARANTIR MAIS CIDADANIA ?

segunda-feira, 4 de julho de 2011
A ÁGUIA E A GALINHA de James Aggrey.

Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
– Esse pássaro aí não é galinha. É uma águia.
– De fato – disse o camponês. É águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.
– Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.
– Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse:
– Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!
A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.
O camponês comentou:
– Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
– Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou lhe:
-Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.
O camponês sorriu e voltou à carga:
– Eu lhe havia dito, ela virou galinha!
– Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas.
O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
– Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe !
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.
Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez para mais alto. Voou... voou.. até confundir-se com o azul do firmamento... ".
Referência
BOFF, Leonardo. A águia e a galinha. Uma metáfora da condição humana. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
Esta fábula, e em particular as inferências efetuadas pelo naturalista, me remete ao ensinamento do filósofo Sócrates, contido na frase em latim: “Nosce Te Ipsum”. Esta expressão significa “Conhece-te a ti próprio”, e foi encontrada inscrita em uma das pareces do templo de Apolo, na cidade de Delfos, na Grécia. Ela ensina que está dentro de cada um de nós as respostas para as questões mais particulares; como neste caso, a questão da existência: a eterna pergunta, QUEM SOU EU?
Refletindo um pouco mais, observando o camponês, lembro-me dos anos da ditadura militar no Brasil, quando o curso de Filosofia foi banido dos currículos das universidades brasileiras e a disciplina excluída das escolas públicas do ensino fundamental e médio.
Nesta fábula, o camponês, é mostrado como aquele ditador, cujo método de governo, centra-se na estratégia de que, para manter o povo sob seu domínio, é necessário afastá-lo de toda e qualquer informação que possa vir a esclarecê-lo, quanto aos seus direitos. O que seguramente aconteceria, a partir da reflexão filosófica, aplicada à busca pelo conhecimento.
Ao contrário, o trabalho do naturalista, de origem socrática, esforça-se para conduzir a Águia que se acha Galinha, a conhecer-se e a exercer seu lugar no mundo onde vive. Um lugar, muito acima dos terreiros do camponês, no alto, no espaço, alçado por sua capacidade natural de voar.
Entretanto, encoberta pela vida de acéfalo que passa a maior parte de sua existência a segurar minhocas na boca, ela refuta em seguir os ensinamentos do naturalista.
Enfim, a partir de algumas tentativas fracassadas, o educador James Aggrey, finalmente busca no símbolo do Sol, que a milhares de anos, simboliza a luz da verdade, uma forma efetiva de transformação da pobre ave.
O naturalista, a segura firmemente em suas mãos e aponta-a para o Sol. Este gesto faz com que ela contemple a luz inebriante do maior astro de nosso mundo e perceba finalmente o que na verdade é: o símbolo da força, da grandeza e da majestade no mundo animal.
Concluindo, o trabalho do naturalista aponta o caminho que deve tomar o mestre. Caminho este que deve motivar o aprendiz, ao estudo, pesquisa, debate e a reflexão filosófica. Este caminho deve criar uma interface de si com o mundo exterior, proporcionando a busca autêntica pelo conhecimento.
E claro, bem distante de se tornar um camponês em um ambiente que exclua a liberdade de SER e SABER!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
FALANDO EM EDUCAÇÃO (4) - Agora à Distância

O Papel dessa escola é a comunicação de conhecimentos universais, com o objetivo do preparo intelectual e moral, de seus alunos, visando posicioná-los na sociedade.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
VIAJAR NO TEMPO: QUESTÃO DE DINHEIRO, NÃO DE FÍSICA.
Conquanto muitos dos elementos mostrados no cinema estão afastados da realidade; especialistas no tema contam com vários argumentos e teorias para realizar a primeira viagem no tempo. Leia mais em: Viajar no tempo: questão de dinheiro, não de física - Metamorfose Digitalhttp://www.mdig.com.br/index.php?itemid=11868#ixzz1NT7jtCPD |
Stephen William Hawking, CH, CBE, FRS, FRSA (Oxford, 8 de janeiro de 1942[1]) é um físico teórico e cosmólogo britânico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade. Doutor em cosmologia, foi professor lucasiano de matemática na Universidade de Cambridge (posto que foi ocupado por Isaac Newton)[2]. Depois de atingir a idade limite para o cargo, tornou-se professor lucasiano emérito daquela universidade.[3]
Hawking tem uma distrofia neuromuscular, semelhante à esclerose amiotrófica lateral, cuja condição se agravou ao longo dos anos, e o deixou quase que completamente paralisado.
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quarta-feira, 18 de maio de 2011
O QUE OS MAÇONS ACHAM: O ENSINO SUPERIOR DEVE FORMAR TAMBÉM O CIDADÃO?

Esta pergunta me foi feita por um estudante universitário.
Vale aqui, uma pequena retrospectiva da história da educação no Brasil:
A Escola Nova, [proposta na década de 70] não se contrapôs ao sistema político e econômico praticado no Brasil, e traça seu plano de trabalho na educação, visando os interesses do capitalismo.
Outra característica importante foi e ainda é o papel da escola, enquanto integralizadora do indivíduo na sociedade; apesar de não tentar reformulá-la, mantendo-se o regime capitalista predominante até os dias de hoje.
Desta forma, a Escola Nova, não substituiu a escola tradicional e manteve a essência da pedagogia liberal, que coloca a escola na posição de preparadora dos indivíduos para cumprir papéis sociais, adaptando-se, porém, as regras vigentes na sociedade que não leva em conta a desigualdade de condições e mesmo assim difundi a idéia de igualdade de oportunidades.
Precisamente por isto, prevalecem os diferentes tipos de educação, dividida em ensino público e particular; o primeiro preparando o aluno na educação elementar e o capacitando para o trabalho como característica da pedagogia liberal; e o segundo, o ensino dito “elitizado” com base na educação cultural e que conta com maiores recursos traduzidos em laboratórios, oficinas, professores mais capacitados e ambientes que possibilitem as atividades práticas e em grupo.
Com isto, conseguem potencializar as qualidades individuais de seus alunos, preparando-os para se tornarem empreendedores e novos líderes.
Entretanto, vale repetir: respeitando e se adaptando ao ambiente sócio-econômico predominante na sociedade capitalista.
Acredito que a solução está na diferença entre o aluno e o estudante. Enquanto o primeiro prepara-se para aquilo que lhe tentam ensinar o outro de “olhos abertos” aprende pelo exercício da pesquisa e do estudo, indagação e crítica, e voltar-se-á para a educação e a cultura, de cunho filosófico. Estes sim, os verdadeiros pilares do cidadão que devidamente formado ocupará o seu lugar na sociedade social e política. Exercendo finalmente, todos os direitos e deveres que lhe cabem pela Constituição.





